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Muito se diz atualmente sobre Soft Skills, mas o que são, para que servem?Bem podemos pensar com sendo as habilidades ligadas ao comportamento do profissional. Ou seja, é a capacidade de desenvolver a partir da inteligência emocional e o relacionamento interpessoal, influenciando positivamente o ambiente de trabalho.

Até algum tempo atrás, essas habilidades podiam ser chamadas de maturidade profissional, mas estamos na era da disrupção, do digital, em um momento de ruptura de padrões e surgimento de novos paradigmas sociais, econômicos e culturais que remodelam a forma como vivemos, consumimos, trabalhamos e aprendemos. Essas habilidades são buscadas por empresas em seus processos seletivos e apontadas como um grande diferencial no mundo VUCA (volátil, incerto, complexo, ambíguo).

A Educação não está alheia a esse momento de transformações. Pelo contrário, o setor educacional é um dos mais pressionados a se revisar, uma vez que é por meio da educação que se formam os profissionais para atuarem nessa nova realidade.

Ao final do processo formativo o egresso deve reunir múltiplas habilidades como a capacidade de gerir, analisar, planejar, liderar e empregar a tecnologia. Temos que balizar as práxis pedagógicas entre o que a regulamentação preconiza e o que o mercado exige. Precisamos ir além do que as DCNs sinalizam, mas não podemos nos enganar tomando como salvação una, as novas metodologias de ensino e as novas competências para formação. Este processo tem que ser um blend, que se inicia a partir da excelência do ensino diante do nosso regramento, e a inserção das novas ditas “competência de formação”.

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Muito se diz atualmente sobre Soft Skills, mas o que são, para que servem?

Bem podemos pensar com sendo as habilidades ligadas ao comportamento do profissional. Ou seja, é a capacidade de desenvolver a partir da inteligência emocional e o relacionamento interpessoal, influenciando positivamente o ambiente de trabalho.

Até algum tempo atrás, essas habilidades podiam ser chamadas de maturidade profissional, mas estamos na era da disrupção, do digital, em um momento de ruptura de padrões e surgimento de novos paradigmas sociais, econômicos e culturais que remodelam a forma como vivemos, consumimos, trabalhamos e aprendemos. Essas habilidades são buscadas por empresas em seus processos seletivos e apontadas como um grande diferencial no mundo VUCA (volátil, incerto, complexo, ambíguo).

A Educação não está alheia a esse momento de transformações. Pelo contrário, o setor educacional é um dos mais pressionados a se revisar, uma vez que é por meio da educação que se formam os profissionais para atuarem nessa nova realidade.

Ao final do processo formativo o egresso deve reunir múltiplas habilidades como a capacidade de gerir, analisar, planejar, liderar e empregar a tecnologia. Temos que balizar as práxis pedagógicas entre o que a regulamentação preconiza e o que o mercado exige. Precisamos ir além do que as DCNs sinalizam, mas não podemos nos enganar tomando como salvação una, as novas metodologias de ensino e as novas competências para formação. Este processo tem que ser um blend, que se inicia a partir da excelência do ensino diante do nosso regramento, e a inserção das novas ditas “competência de formação”.