A vice-prefeita Priscila Yamagami comentou na Rádio Metropolitana que foi convidada para ser candidata a deputada, mas ainda não tem nada definido sobre o seu rumo político em 2022: “por enquanto quero ser a melhor vice-prefeita para Mogi e ajudar o prefeito Caio Cunha na administração da cidade”

Acompanhe a entrevista especial com a vice-prefeita de Mogi das Cruzes, Priscila Yamagami (PODE), que comentou sobre o convite que recebeu para ser candidata a deputada. Ela vem se destacando como uma grande parceira do prefeito Caio Cunha (PODE) que transita em todas as Secretarias da Prefeitura. “Eu não sou pré nada, eu costumo dizer que eu quero ser a melhor vice-prefeita que eu puder ser para fazer jus inclusive a esse co-prefeita que foi uma promoção do prefeito. Eu fico muito lisonjeada de ter uma pessoa tão bacana como a Renata Abreu, que é a nossa presidente nacional do Podemos, fazendo esse convite e me dando essa possibilidade, é tudo muito novo para mim. A gente acabou de chegar na Prefeitura e eu falo que eu quero fazer o melhor papel de vice-prefeita que eu puder fazer pela cidade e estou to a serviço da cidade. Tem essas possibilidades em termos de convites, mas não tem nada de concreto”, enfatizou.

Priscila Yamagami disse que uma das possibilidades de aceitar ser vice-prefeita foi para olhar para os servidores. “Não tem como vir para um lugar desse e não querer cuidar de quem cuida da cidade. São em torno de 6 mil servidores, eu já tinha iniciado um trabalho em 2019 na Escola de Governo com eles porque lá é um local para extensão de recursos humanos, bem focado em gestão de pessoas e é muito a minha praia. Então eu tenho ido nas Secretarias, tenho andado pelos departamentos e a gente tem uma fala bacana sobre a motivação deles”, afirmou.

A vice-prefeita comentou sobre o trabalho que tem feito junto aos servidores. “Quando eu falo em cuidar do servidor é em todas as esferas, na área da saúde emocional, saúde física. A gente precisa entender a realização dele ali, da estabilidade das questões de plano de carreira e eu digo com muita tranquilidade que a gente não tinha gestão de pessoas. A gente pegou uma Prefeitura em termos de Gestão da década de 70 e está tentando trazer pelo menos para os anos 2000. Quando a gente fala de gestão de pessoas temos a GPTW (Great Place to Work) que é uma entidade internacional para nos ajudar como parceira, parceira de projeto mesmo, pois eles gratuitamente quiseram estar com a gente para a primeira pesquisa organizacional que a Prefeitura de Mogi realizou. A gente tem outro problema que se chama escuta e ação, já ouvimos 90% dos servidores de Assistência Social e estamos nos estendendo para outras secretárias”, destacou.

Quer saber mais sobre os projetos da vice-prefeita para a cidade de Mogi das Cruzes? Acompanhe a entrevista completa.