Em tempos de pandemia, coaches promovem o desenvolvimento de executivos e contribuem com ambientes corporativos, destaque do vice-presidente da International Coach Federation, Marcus Baptista

No começo de cada ano, é natural o brasileiro fazer planos para a carreira profissional. E em tempos de pandemia da Covid-19, os executivos C-level, gestores e profissionais em desenvolvimento para cargos de chefia sofrem ainda mais com as incertezas e as oscilações das indústrias, comércios e serviços. Os afeitos ao modelo cobrança/controle de liderança, diante do isolamento social e do acúmulo de funções em virtude do home office, estão ainda mais expostos às crises de ansiedade e síndromes de Burnout. É nessa realidade que o coaching, processo mental, criativo e instigante de mudanças comportamentais e maximização de competências se torna ainda mais relevante para a empregabilidade. “Quantas pessoas nesse momento de isolamento social apresentam perda de equilíbrio, desvio dos propósitos de vida e trabalho? Quantas estão frente aos sentimentos de ineficácia e falta de realização, ao esgotamento físico e emocional?  O coaching é uma ciência de desenvolvimento humano capaz de despertar autoconhecimento, promover recursos internos benignos e protagonismo. Um suporte qualificado para o alcance de percepções relevantes, novas ações e reações mais condizentes com o sucesso e a felicidade projetadas”, destaca o vice-presidente do Conselho Deliberativo da International Coach Federation (ICF), Marcus Baptista

Ouça a entrevista com o vice-presidente do Conselho Deliberativo da International Coach Federation, Marcus Baptista, que comenta sobre o processo mental criativo e como maximizar suas as competências.