Esta semana, o HC da Unicamp confirmou o 1º caso de hepatite medicamentosa relacionada ao uso do ”Kit Covid”

Brasil registra 2,2 mil mortes no dia em que supera 300 mil vidas perdidas. Marca trágica é alcançada em meio ao colapso hospitalar e pouca vacina. No Alto Tietê chega pela primeira vez desde o início da pandemia a 100% dos leitos de UTI para Covid-19 ocupados nos hospitais. Outros assuntos em destaques são de alguns especialistas que defendem, outros que criticam, mas quem está com a razão em relação ao tratamento precoce contra o coronavírus? Sem eficácia comprovada, o “Kit Covid” gera polêmicas e dúvidas.

Quem esclarece as informações é o Gastrocirurgião e diretor de urgência e emergência da região Sul de São Paulo, Dr. Luiz Bot, que também faz um alerta sobre o uso dos medicamentos supostamente preventivos. Ele deixa uma mensagem aos ouvintes e internautas: “é preciso atenção com tempo adequado do uso dos antibióticos”.

Inclusive esta semana o Hospital de Clínicas (HC) da Unicamp, em Campinas (SP), confirmou o primeiro caso de paciente diagnosticado com hepatite tóxico-medicamentosa relacionada ao uso do “Kit Covid”, conjunto de remédios como azitromicina, hidroxicloroquina e ivermectina, que não tem eficácia comprovada contra o coronavírus. Segundo Bot, a medicação pode causar a hepatite medicamentosa, uma grave inflamação do fígado que pode gerar falência do fígado e aumentar as chances de óbito. Acompanhe