Médicos se preocupam com o índice de fatalidade de outras doenças durante a pandemia de Covid-19. Acompanhe as orientações do cardiologista, Dr. Paulo Saraiva

Mais de 104,6 mil pessoas já morreram no país, apenas este ano, vítimas de doenças cardíacas. Os números que assustam fazem parte do levantamento da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), chamando também a atenção de que os brasileiros parecem ter se descuidado da saúde do coração durante a pandemia da Covid-19. Com nova rotina, passando mais tempo em casa, grande parte dos indivíduos deixou de lado a prática de exercícios, passou a se alimentar mal e ampliou a ingestão de bebidas alcoólicas. A procura por um profissional médico para avaliar a saúde foi sendo deixada para trás, uma escolha que pode ser fatal. Quem traz o destaque é o médico cardiologista e membro da Associação de Cardiologia Paulista, Dr. Paulo Saraiva. Ele faz esclarecimentos acerca das vacinações da Covid-19 e da Gripe. Segundo o médico, as vacinas do coronavírus não eliminam todas as chances de contágio, especialmente com as novas variantes e mutações mas “as vacinas reduzem os casos de moderados e graves”.

“No começo da pandemia quando tinham os primeiros sintomas a orientação se isole, mas agora mudou. Sentiu algum sintoma? Procure orientação médica porque a evolução da doença é muito rápida e tem causado danos severos, essa doença é uma tempestade inflamatória que acomete muitos órgãos”, destaca. Dr. Paulo Saraiva também faz o alerta: “tome a vacina da gripe 30 dias depois da vacina da Covid-19 porque é um período mais seguro. Tome porque a Covid começa como uma síndrome gripal, o ideal é todo mundo tomar, inclusive para manter a imunidade estabilizada para não se infectar facilmente com o vírus”.