O médico acredita que um mês a maiO especialista concorda com a OMS que orienta ter cautela nesse momento porque a pandemia não acabou.

Acompanhe a entrevista especial com o médico, professor universitário e especialista em Gastrocirurgia e Bariátrica, Dr. Luiz Bot, que destacou sobre o avanço da vacinação contra a Covid-19 em diversos países que pode ser animador e fazer com que muitos relaxem nos cuidados contra o novo coronavírus. Porém, a Organização Mundial de Saúde (OMS), pediu cautela e reafirmou que não estamos no fim. De acordo com Bruce Aylward, um alto dirigente da OMS, os problemas gerados pela Covid-19 podem “facilmente se arrastar profundamente em 2022”. A motivação é o fato dos países mais pobres não estarem recebendo as vacinas de que necessitam.

Metade da população brasileira completou o esquema vacinal. Os números reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que, até agora, mais de 152 milhões receberam a primeira dose, ou seja 71,47% da população. 107 milhões estão completamente vacinados, o que significa 50,35% da população. Pouco mais de 5 milhões tomaram a dose de reforço: 2,49%. No Alto Tietê, a taxa de transmissão tem queda pelo 12º dia consecutivo.

Dr. Luiz Bot disse que concorda com o Bruce Aylward, dirigente da OMS, e que o vírus é novo, as atitudes são novas, as vacinas são novas, as ações médicas são novas. “É essa ânsia do retorno ao normal, ao novo normal. A gente tem que ter cautela, acho que da mesma forma que nós já estamos praticamente entrando no terceiro ano de pandemia, esse retorno tem que ser com cautela. A gente tem que ter uma organização, tem que ter estudos para não voltar atrás nas nossas ações”, ressaltou.

Segundo o especialista, o Carnaval é uma grande preocupação por causa da aglomeração em todo o Brasil. Quer saber mais? Acompanhe a entrevista completa.