Presidente da Câmara de Mogi, vereador Otto Rezende, fez um balanço do trabalho do Legislativo mogiano comentando sobre alguns projetos

Em entrevista especial no Radar Noticioso, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Otto Rezende (PSD), fez um balanço do trabalho do Legislativo mogiano. Um dos assuntos em destaque ocorreu ontem (22/09) em sessão quando a maioria dos vereadores rejeitou a proposta de extinção de cargos de assessores parlamentares.

Em uma votação relâmpago, a maioria dos vereadores da Câmara de Mogi rejeitou, sem nenhuma discussão em plenário, a proposta de extinção de cargos de assessores parlamentares. O projeto de lei, apresentado pela mesa diretiva da Casa, determinava a redução de cinco para quatro o número de assessores dos 23 gabinetes que compõem o Legislativo.

O objetivo do projeto era o reduzir custos, seguindo os princípios da economicidade e eficiência, como recomenda o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), que defende a proporcionalidade entre cargos efetivos e comissionados nos órgãos da administração pública.

A medida que tramitava no Legislativo desde maio, segundo justificativa dos autores do projeto integrantes da mesa, poderia promover esse equilibro, evitar problemas e fechar as contas do Legislativo que reiteradamente, desde o ano de 2013, o TCE vem julgando irregulares, sendo que um dos itens motivadores é essa questão da proporcionalidade de comissionados e efetivos.

O presidente da Câmara, Otto Rezende, explicou que o corte do número de assessores não diz respeito ao orçamento da Casa. Neste sentido, nenhum cargo vai ser cortado para captação e remanejamento de recursos com a verba. Se trata ‘simplesmente’, de igualar o número de cargos efetivos (contratados pela Prefeitura) e comissionados (nomeados pelos vereadores). Ele destacou que a situação não é urgente, como por exemplo em Poá, que perdeu o vínculo com uma grande empresa, e com as economias desequilibradas precisou de fato, realizar desligamentos internos.

Otto Rezende explicou que a Câmara em breve vai adquirir novos veículos e entregar para a Prefeitura de Mogi os automóveis utilizados atualmente, que possuem cerca de 10 anos de uso.

Atuando na Política desde 1994, o parlamentar também garantiu que está trabalhando para viabilizar o seu nome e concorrer a deputado nas eleições de 2022. “Se eu tiver a oportunidade. Eu estou tentando uma brecha”, afirmou.

Fazendo um balanço do seu trabalho como presidente da Câmara, uma das prioridades é regularizar o prédio do Legislativo com o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiro). “A Câmara nunca teve esse documento”, enfatizou.

Quer saber mais sobre os projetos da Câmara Municipal? Acompanhe a entrevista completa.