Segundo o prefeito, com a chegada do período de festas de fim de ano e férias em que as pessoas costumam aglomerar, e com várias variantes do vírus circulando pelo país, o risco de aumentar o número de contaminação é muito grande

POLÍTICA: Contrária à decisão do Governo do Estado de São Paulo de flexibilizar o uso das máscaras, Mogi das Cruzes mantém o equipamento de proteção obrigatório até 15 de janeiro de 2022, data em que a medida será reavaliada. A Prefeitura também já anunciou oficialmente que a cidade não terá desfiles de Carnaval em 2022. Acompanhe o prefeito de Mogi, Caio Cunha (PODE), que explicou que por lei quanto menor a esfera, mais ele pode restringir. “A gente pode restringir, mas nunca pode ampliar. Por exemplo, eu nunca poderia antecipar e nem falar que está liberado geral. Agora eu posso restringir ainda mais e foi o que a gente fez e isso é lei, eu tenho essa prerrogativa”, ressaltou.

Em reunião com as pessoas que trabalham na Secretaria da Saúde, da Vigilância Sanitária e outras secretarias que o prefeito entendeu que não é o momento certo para liberar a obrigatoriedade de usar máscaras ao ar livre. “A gente entende que é melhor segurar um pouco mais, justamente porque esse período de final de ano é um período que as pessoas estão se movimentando mais. É compra, é férias, é gente de outras cidades vindo visitar Mogi e vice-versa por causa das férias e tal. Pelo movimento nós decidimos segurar e colocou para 15 de janeiro”, comentou.

Segundo o prefeito, todo o contágio da pandemia as pessoas só percebem depois. Por isso acabou a virada do ano, a Prefeitura vai começar um período de análise para ter a percepção de como foi o mês de dezembro. “Vale destacar que no ano passado o grande ‘bum’ e a segunda onda começou justamente pelo período de férias e de festas. Então a gente está muito preocupado”, afirmou. Outro ponto destacado é que apesar de muitas pessoas estarem se vacinando, o vírus ainda é desconhecido e tem várias variantes circulando no país e no mundo.

Caio Cunha também falou sobre o aumento na passagem dos ônibus, lixo, estradas esburacadas, pontos de ônibus e sobre a eleição da presidência da Câmara Municipal da cidade, que deve acontecer no dia 14 de dezembro. Quer saber mais? Acompanhe a entrevista completa.